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Luana é um espetáculo

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A atriz Luana Piovanni já fazia sucesso em novelas, no cinema e no teatro, quando, em 2006, produziu e estrelou a peça O Pequeno Príncipe, baseado no texto de Antoine de Saint-Exupéry, um grande sucesso entre o público infantil.

Ela conversou com a gente pelo telefone para contar mais sobre o interesse pela arte de rua, pelo teatro e a relação com os filhos. Venha se apaixonar pela Luana com a gente e sentir a alegria que ela tem em realizar o trabalho como atriz e mãe. Confira abaixo a entrevista:

 

Vimos em seu Instagram imagens com seu trio prestigiando espetáculos em parques e praças. Parece que você curte arte de popular. Poderia nos contar por que a arte de rua, o circo, o teatro são manifestações culturais importantes de se prestigiar?

Eu acho que é muito importante a gente prestigiar a arte de rua, circo e teatro porque unem educação com cultura e entretenimento e incentivo à imaginação, que são coisas muito decisivas na formação do caráter e na infância de uma criança. Eu tenho memórias incríveis da minha infância, indo para a entrada da cidade onde eu morava, em Jaboticabal, esperando o circo chegar. Era muito legal.

 

Por que é importante levar as crianças para assistirem a espetáculos culturais como esses? Teus filhos curtem? Como é a reação deles?

Os meus filhos curtem, mas uma coisa que ao longo da minha carreira de produtora descobri é que é muito importante ter música em uma peça infantil, e ter cuidado para que o som não fique alto. Os personagens não podem gritar e o som não pode estar estridente. É importante levar as crianças para que elas saibam a importância do teatro e da cultura. A gente só vai saber dessa importância se realmente for incentivado desde pequeno, assim como acontece com a literatura e com os livros. Você tem que ser incentivado para adquirir o hábito, tomar gosto pela leitura e lá na frente você vai entender a importância que é ler livros.

 

Quais os espetáculos que te marcaram e que recomenda para outras mães e pais?

Infelizmente, espetáculos infantis bem produzidos não têm muitos, porque as empresas ainda não enxergam a criança como um público-alvo importante. E elas não duram muito tempo também. Teatro já está difícil fazer, teatro infantil então… Meu Pequenino Grão de Areia é maravilhoso, Pluft – O Fantasminha é maravilhoso, Pedro e o Lobo é lindo, A Bruxinha Que Era Boa; eu fiz O Pequeno Príncipe e acho superimportante, Alice no País da Maravilhas também é o máximo porque é um grande incentivo à imaginação e à criatividade da criança.

 

Sobre as músicas escolhidas, conte para a gente um pouco quais são as preferidas, você escuta com os seus filhos, em que contexto, quais sensações elas te transmitem?

Eu escuto com meus filhos, eu canto para eles, mas o meu mais velho também está gostando de Ludmila, por exemplo. Ele gosta de Emicida e é influenciado pelo o que eu e o Pedro (Scooby) ouvimos. Na verdade, Ludmila ele ouviu nas festinhas e amou. Então, a gente coloca para ele ouvir. Ele gosta muito de rap, e gosta de funk também, mas ele não tem muito contato porque a gente dá uma controlada; mas ele gosta do rap porque o Pedro escuta muito. É bacana a gente incentivar a criança na musicalidade para depois ir observando quais são os gostos e porque ela vai acabar criando uma identidade musical.

 

Como é a mãe Luana? O que gosta de fazer com as crianças? O que a maternidade despertou em você?

Eu sou uma mãe muito dedicada, muito preocupada e que pretende fazer como a minha mãe fez: me dar muita liberdade, mas sempre deixando bem claro onde é que está o limite. Acho bastante importante criança saber onde é que está o limite.

Com eles eu gosto de brincar, de estar na piscina e na pracinha, gosto de vê-los correndo no bosquinho ao lado de casa, gosto muito de andar de bicicleta. A maternidade despertou em mim uma força maior do que eu já tinha. Se eu já me sentia segura, depois de três filhos eu estou impossível!

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